Redes sociais aproximam empresas e clientes.

Transforme o seu celular em um smartphone com Snaptu.

Se você sonha em ficar conectado com os seus amigos pelo celular ou está cansado de ter que baixar tantos aplicativos no seu celular para poder acessar as diversas redes sociais, o Snaptu foi feito para você. O aplicativo em Java junta Twitter, Facebook, Picasa, Flickr, Google Calendar, AccuWeather e muitos outros serviços em um só programa!
Com ele você poderá postar seus tweets de qualquer lugar, além de poder acessar os links das pessoas que você segue, consultar hashtags, replies e direct messages. Ou ainda, se você usa Facebook, poderá compartilhar com os seus amigos o que você está pensando, e até comentar e curtir os posts dos seus amigos.
Acesse seu Twitter e Facebook em qualquer lugar, pelo celular 
Além de organizar e acessar suas fotos do Picasa e do Flickr, o Snaptu possui um leitor de feeds rss para você ler as notícias dos blogs e sites que você mais acessa, e até conferir e atualizar a sua agenda do Google Calendar.
O programa é gratuito e, por ser programado em Java, é possível instalá-lo em praticamente todos os celulares disponíveis no mercado. Além disso, um dos grandes atrativos do Snaptu é que seus criadores sempre estão antenados com o que há de novo, lançando sempre novos widgets para você curtir ainda mais o seu celular, seja ele qual for.

Eu tenho um samsung star e este foi o melhor aplicativo que consegui. 


Facebook agora mostra histórico de interações entre amigos.

Troca de comentários, publicações nos murais, eventos para os quais foram convidados ou fotografias onde vocês tenham sido marcados passam a aparecer agora em uma página especial do Facebook com o histórico de todas as interações entre amigos, batizada de Friendship Pages.
Screen shot 2010-10-30 at 11.42.13 AM
Há duas formas para chegar lá. A primeira, no menu lateral embaixo da foto da página do perfil do seu amigo.
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E a outra, na parte superior do menu lateral à direita de quem olha para tela da página com o histórico.
Screen shot 2010-10-30 at 11.42.31 AM
A intenção do criador do recurso foi dar aos usuários da rede social a possibilidade de gerenciar melhor suas amizades, chegando mais facilmente a informações ou memórias partilhadas na rede social. Está aí… desse novo recurso eu gostei.

FONTE: IDGNOW

Vídeo bem legal que explica um pouco do que é o Marketing Digital.

O Mais Comunicador é um mensageiro instantâneo voltado para empresas que necessitam se comunicar de forma eficiente e objetiva.

O Mais Comunicador é um mensageiro instantâneo voltado para empresas que necessitam se comunicar de forma eficiente e objetiva, mas vêem boa parte do trabalho de seus funcionários desperdiçado em conversas pessoais através dos comunicadores instantâneos convencionais. Fácil de usar e com recursos exclusivos, sua empresa só tem a ganhar!

Facilidade

Interface Mais Comunicador 
Moderno e similar aos mensageiros instantâneos mais utilizados atualmente, o Mais Comunicador pode ser usado por qualquer pessoa sem dificuldades. Os usuários ficam dispostos na lista de contatos por departamentos, o que facilita a localização de colaboradores para conversação.

Controle sobre os contatos

As listas de contatos são criadas exclusivamente pelos administradores. Isso evita que os funcionários adicionem contatos pessoais. Além do comunicador interno a empresa pode utilizar o sistema para se comunicar com clientes, fornecedores e parceiros, também mediante a aprovação do relacionamento pelos administradores.
Interface Mais Comunicador 

Faça Download e experimente: DONWLOAD

Adolescentes brasileiros corrigem bug do Twitter. Eu sabia que algo não estava bem.

Os programadores João Pedro e Joseph criaram uma extensão feita para o Google Chrome e Firefox que recoloca os links faltantes em tempo real

Desde semana passada usuários do microblog tem tido problemas nos links acompanhados de arroba. Alguns dos replies não estavam funcionando e acabavam atrapalhando a atuação dos twitteiros na hora de postar mensagens.
A solução para o bug veio de João Pedro Carvalho Motta, de 14 anos, dono do site Web Dicas, e Joseph Felix, de 16 anos, ambos programadores. 

Eles criaram uma extensão para o navegador Google Chrome e um complemento para o Greasemonkey no Firefox que corrige todos os arrobas sem links do Twitter. Para isso, basta instalar o plugin e acessar as páginas do Twitter normalmente. A partir daí, a extensão vai arrumar os replies automaticamente adicionando links em tempo real. Ou seja, você não vai nem perceber que existe algo trabalhando em seu navegador.

Tá afim de arrumar o bug? Clique aqui e instale a extensão que os garotos criaram.

FONTE: Olhar Digital

Móbile Marketing anunciou suas 10 previsões para o Móbile Marketing

A Mobile Marketing Association (MMA), definida como uma organização global que visa promover o desenvolvimento e a sustentabilidade do Móbile Marketing anunciou suas 10 previsões para o Móbile Marketing nos Estudos Unidos para 2010:

Top 10 Tendências pra 2010:

1 – Reconhecendo o Cheiro: “O sexto sentido móvel”

2 – Melhor Medição das campanhas de Móbile Marketing: Cada vez haverá as melhores e mais criativas ferramentas para medir a eficácia das campanhas.

3 – Videoconferência móvel: mais e mais usuários irão usar estes serviços com os seus smartphones via Wi-Fi

4 – Navegação turn-by-turn: Gratuita e suportada por anúncios

5 – Agregador de serviços: Nas áreas de localização, comércio eletrônico e serviço ao cliente.

6 – Códigos de Barra e Cupons

7 – Soluções para bloquear o acesso celular no Transito: O governo irá jogar pesado e com isso o numero de multas deve aumentar.

8 – TV Móvel: A Copa do Mundo e Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 irá mostrar a necessidade da TV móvel.

9 – Realidade Aumentada: Mas um importante papel na publicidade baseada em localização.

10 – Aplicativos móveis para a saúde: Questões como as pandemias podem aumentar o interesse por este tipo de aplicação e a paranóia das pessoas irá aumentar e a demanda por estes apps também.

Fonte: IntoMobile
http://3.bp.blogspot.com/_Ye7GMSaJ6s0/S0Hfh2VsuyI/AAAAAAAAAu0/8GYC34bJijE/s400/i9marketing-mobile+marketing.jpg

Eu acredito que falta algumas opções nesta lista.
Por exemplo:
1. Maior e melhor utilização para a função bluetooth.
2. Videoligação, as pessoas se comunicando e se vendo ao mesmo tempo com celulares de duas camêras.
3. No Brasil o custo de acesso a internet é alto, mas aos poucos está baixando, em breve até compras e pagamentos serão feitas com o uso do aperelho. Atualmente já se recebe aviso de saque da conta ou pagamento feito nos cartões com valor gasto e a hora. (Meu cunhado sempre fica sabendo quando a esposa dele faz compras, rsrs)
4. Com o aumento do uso internet no celular deverá acompanhar a morte do SMS, pois o email e messenger vai ser preferencia. Assim como o celular matou o pager. Ou talvez fica ali nas opções sem custo para o usuario, apenas com o objetivo de valor agregado.
5. Até hoje ainda não consegui receber um fax no celular, quem sabe no futuro se torna mais comum.

http://affiliatemkting.com/wp-content/uploads/2010/02/mobile-marketing-coupon.jpg

Filme do Facebook lidera bilheterias. “você não pode fazer 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos”

“A Rede Social”, filme que conta a história da criação do Facebook, reuniu milhares de telespectadores nos cinemas da América do Norte no último final de semana (03/10). A estréia faturou 23 milhões de dólares e entrou para o primeiro lugar no ranking dos filmes mais assistidos.

O filme está em cartaz em aproximadamente 2.800 salas (Estados Unidos e Canadá). O lucro foi próximo a 8.300 dólares por local de exibição, um número superior em comparação aos filmes concorrentes em cartaz.

Rory Bruer, presidente de distribuição mundial de estúdio Columbia Pictures declarou que “É um ótimo começo para um filme”.

O segundo lugar do ranking dos mais assistidos ficou para o filme “Legend of the Guardians: The Owls of Ga’Hoole”, totalizando 10,8 milhões de dólares.

Campeão de audiência na semana anterior, o filme “Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme” caiu para terceiro lugar, com uma arrecadação de 10.1 milhões de dólares. O suspense “The Town” ficou logo atrás, com um total de 10 milhões.


Com dois trailers divulgados até o momento, e a frase “você não pode fazer 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos”, o filme promete trazer os bastidores da criação da rede social baseando-se no best seller “The Accidental Billionaires: the founding of Facebook, a tale of sex, money, genius and betrayal”(“Os bilionários Acidentais: a fundação do Facebook, uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição”), escrito por Ben Mezrich.


FONTE SITE: tudo sobre marketing digital

Diminuindo congestionamentos no trânsito com piloto automático (Google cria carro com piloto automático)



google cria carro sem motorista (piloto automático)

O trânsito caótico das grandes cidades é em grande parte efeito do número desproporcional de veículos que trafegam nas ruas frente à capacidade das mesmas. Mas se todos os motoristas obedecessem as leis de trânsito a situação seria muito melhor: não parar em local proibido, não fazer retornos onde não pode, não querer furar sinal vermelho e ficar preso no meio do cruzamento, etc.
E se pudéssemos tirar os motoristas dessa equação, substituindo-os por robôs? É algo assim que uma equipe do Google está pensando.

As aplicações são imensas, pois você entraria no seu carro e ele iria sozinho até o destino: você pode tirar uma soneca, trabalhar, falar ao telefone com segurança… e se você precisasse ir ao destino só pra levar alguma encomenda? Uma caixa ou um documento? Deixe o carro ir e voltar sozinho, só precisa que alguém pegue a encomenda de dentro do carro (imagine serviços de tele-entrega)! Isso tudo não é sonho, e um protótipo já circula nas ruas da Califórnia, EUA.
Não é nada parecido com o carro do Google Street View, aquele mapa com fotos das ruas que inaugurou no Brasil há poucos dias. O carro usa sensores no teto que mapeiam o ambiente por mais de 60 m em todas as direções ajudando a compor o terreno onde o carro anda, sensor de movimento inercial, GPS, 4 radares ajudam a determinar a distância de objetos e uma câmera no para-brisas detecta sinais de trânsito, outros carros, pedestres e outros obstáculos.

De acordo com o blog do Google, os objetivos do projeto são prevenir acidentes de trânsito, liberar o tempo das pessoas e reduzir emissão de poluentes através de mudanças no uso do carro. Os principais desafios, segundo o engenheiro responsável Sebastian Thrun são a segurança e a eficiência.

Nos testes os carros já andaram por mais de 225 mil quilômetros, sempre com um motorista treinado caso algo saia errado, mas o acidente mais grave até o momento foi uma batida por trás enquanto o carro estava parado num sinal vermelho. Dentro do carro há também um engenheiro de software para analisar o desempenho do programa de computador que guia o veículo. Antes dos testes a polícia da cidade é avisada e o roteiro é pré-estabelecido. O carro já cruzou – sozinho – até a famosa ponte Golden Gate, em San Francisco.

Golden Gate Bridge

Com o avanço deste projeto, em alguns anos podemos esperar que algumas dessas tecnologias sejam incluídas nos carros normais, ajudando o motorista a tomar decisões (como evitar acidentes), e num futuro não muito distante poderemos usar o tempo gasto no trânsito para fazer algo mais produtivo (mesmo que seja descansar!). O que você faria se não precisasse perder horas por semana (ou por dia) no trânsito?
Fonte: Google Blog (em inglês)

Estudo – Hábitos dos internautas na partilha de conteúdos nas Redes Sociais.


Hoje vamos falar um pouco de partilha de conteúdo e respectivos hábitos pessoais de partilha.
A Chadwick Martin Bailey fez uma pesquisa para estudar os hábitos de partilha de informações entre os utilizadores de internet dos USA.
Globalmente, 86% dos entrevistados disseram ter usado e-mail para partilhar conteúdo, enquanto apenas 49% disseram ter usado Facebook.
Discriminadas por faixa etária, a preferência pelo e-mail é mais acentuada nos grupos mais velhos. Apenas um grupo mais jovem com idades entre 18 a 24, inverte a tendência, com a partilha de 76% via Facebook, em comparação com 70% via e-mail.
O estudo também revela que três quartos dos internautas tendem a partilhar conteúdo com amigos e familiares, e quase metade fazê-lo pelo menos uma vez por semana.
Mas enquanto o teor de muita articulação social é construída em torno de tais itens partilhados, a maioria das pessoas ainda preferem usar o e-mail para passar os itens de interesse.
Questionados sobre o que os leva a partilhar conteúdo online, os utilizadores consultados pela CMB revelou motivações “egoístas”.
A maioria dos entrevistados disseram que se preocupavam mais em partilhar o que eles achavam que era interessante ou divertido (72%) ao invés de se focarem em conteúdo que pensariam que fosse útil ou relevante aos seus contactos (58%). Vejam no quadro ao lado as respostas preferidas.
Homens e mulheres relataram razões semelhantes de partilha mas ao nível etário houve divergências: 67% das pessoas com + de 55 anos  preocupam-se mais com o valor do conteúdo para os destinatários ou invés de apenas 45% das pessoas dos 18 aos 24 anos.
Cumps,
HVN

Rede social para escritores. Terror das editoras?

A Bookess é uma rede social para aqueles que sonham em ser escritores. É um ótimo exemplo de como a web pode ser democrática – sem custo algum, em poucas semanas, você pode já ter criado uma legião de leitores fiéis às suas obras (e ganhado dinheiro com isso).
Tudo funciona de forma bem simples.
Ao criar uma conta, surge a possibilidade de publicar um livro. À medida em que esse livro for visualizado e bem avaliado, o autor recebe pontos, que se convertem em popularidade. Há a opção de liberar o acesso ou cobrar por obra.
Para aqueles que desejam apenas ler, há diversas categorias, de teses a livros ilustrados. Num esquema semelhante ao Twitter, há a opção de seguir e ser seguido.
Opinião
É muito bom ver o desenvolvimento de redes criativas e práticas como a Bookess. Ela é um exemplo da tendência de segmentação em mídia social. A mídia social de nicho vai, aos poucos, ganhando o espaço da mídia social de “massa”.
Uma situação simples. Hoje, ao procurar por interação com interessados em literatura, a Bookess é tão ou mais efetiva que uma comunidade do Orkut voltada ao assunto. Isso não implica em substituição de mídia de massa por mídia segmentada (há espaço para todos). Aos poucos, impacta no tráfego e também na formatação de redes como Facebook e Orkut.
No mundo offline, por assim dizer, editoras e livrarias não precisam se descabelar. Basta ter uma estratégia efetiva de adaptação a redes como essas. Nessa hora, entra uma máxima um pouco controversa: “Se não pode vencê-los, una-se a eles”. No caso das redes sociais, “compartilhe com eles”.

FONTE: http://www.edialog.com.br

Ih, eles leram! Fique esperto: mancadas em redes sociais podem custar seu emprego.

O mais comum é ver por aí histórias de gente que se deu bem e conseguiu um emprego graças ao Twitter ou Facebook. Mas o contrário também acontece – e com uma frequência bem maior do que se imagina.

Vidas pessoal e profissional nunca se misturaram tanto quanto atualmente. Não apenas porque seu chefe pode acessar diretamente seu perfil em alguma rede, mas porque a propagação do que você diz ou faz online é rápida e nunca se sabe onde aquilo vai parar.

Por isso, mesmo para quem acredita que sabe se posicionar (lembre-se que manter suas configurações privadas não é garantia de nada), não custa nada ficar de olho em algumas dicas.

- Não fale mal da empresa, do chefe ou mesmo de colegas: 

Parece óbvio, mas muita gente evoca a “liberdade” para comentar o que não deve. Se você não está contente com alguma coisa em seu ambiente de trabalho, reclame diretamente com quem pode resolver o problema. E pense bem: fazer isso online pode queimar seu filme não só no emprego atual, mas também com pessoas/empresas com quem você pode tentar uma vaga um dia. Afinal, você estará cavando uma fama nada positiva de “gente que fala mal em público”.

- Não espalhe assuntos internos:

Uma coisa é twittar “três reuniões só hoje, ufa”, outra é contar o que foi discutido em alguma delas, por exemplo. Não precisa ser um mega segredo, mas qualquer coisa que não diga respeito a quem trabalha na empresa e está diretamente envolvido pode te complicar.

- Fique atento com o quanto expõe da vida pessoal:
Ninguém precisa ser santo na internet, mas esteja pronto para assumir os riscos. Fotos e mensagens comprometedoras podem cair muito mal se alguém decidir te procurar em alguma rede social antes da contratação. Imagine que legal um empregador ver que você adora encher a cara, usa drogas ou coisa parecida. Não se trata de um julgamento: a vida é sua. Mas nem tudo precisa ser tão escancarado assim, ainda mais se você tem grandes ambições profissionais em ambientes mais conservadores.

Erik Qualman: “É impossível não ter a marca nas redes sociais."


 Erik Qualman (foto: Jean Schwarz), guru das estatísticas de web, está em Porto Alegre para participar do Fórum de Internet Corporativa nesta terça-feira na PUC-RS.


Apesar de Facebook e Orkut já demonstrarem preocupação com as separações entre vida pessoal e profissional, as redes sociais ainda são responsáveis por criar perspectivas unidimensionais de cada um de nós: não importa se estava em uma festa só de amigos, seu chefe não vai gostar de saber que você bebeu até cair na madrugada anterior a uma reunião importante.

Ter bom senso é a recomendação mais importante.

Lembre-se sempre que seus perfis podem ser vistos por todos, desde sua namorada até seus concorrentes.

Para não queimar o filme, o melhor é resistir ao impulso: pare e pense nas consequências que um simples tweet pode desencadear. Neste ano, já vimos alguns casos que acabaram até em demissão.

Não se trata de aniquilar a espontaneidade, mas de não confundi-la com exibicionismo.
Vale também tomar alguns cuidados pessoais: revelar que comprou um carro novo, onde estudam seus filhos e que está saindo de férias (e deixando a casa vazia) pode servir de alerta para sujeitos mal intencionados.

Como diz Erik Qualman na entrevista abaixo: “Você é o que você escreve, e isso pode ter consequências sobre o seu trabalho”.


Como você enxerga o uso das redes sociais pelas empresas no Brasil?
Eu acredito que o uso é muito parecido em todo o mundo, e o impacto das estratégias também é muito parecido. Um bom exemplo é o da Nike na Copa do Mundo desse ano. O patrocinador oficial do evento era a Adidas, mas eles conseguiram milhões de acessos no Youtube com um vídeo que mostrava o futebol pelo mundo. E como não usava palavras, pode ser visto pelo mundo inteiro.


Como usar as mídias sociais para obter benefícios para a empresa?
O bom uso das redes passa por quatro pontos estratégicos: ouvir, interagir, reagir e só então vender. O grande erro das empresas é pensar só na venda, e esquecer que essa ferramente serve para interagir com o consumidor. Boas empresas abraçaram as mídias sociais porque percebem nelas uma forma de melhorar o produto e o alcance da marca.


Os consumidores transformaram o Twitter em um novo SAC, e usam a ferramenta para fazer reclamações. Como as companhias podem lidar com esse problema?
Acho que não existe um problema. As empresas comprometidas com seus produtos sabem trabalhar com feedback, seja ele bom ou ruim. E usam isso para aperfeiçoar o produto oferecido. Então, é preciso responder ao clientes, e ao mesmo tempo buscar um meio para aperfeiçoar o produto. É melhor que um amigo te diga que você está com uma alface no dente do que o teu concorrente, não? E se a marca é respeitada, quando alguém reclama, os próprios seguidores respondem à reclamação.


Para as empresas que ainda não usam essas ferramentas, qual é o melhor caminho para começar?
É impossível não ter a marca nas redes sociais, porque elas estarão lá mesmo que você não a coloque. Então, é preciso se apropriar da marca e construir um canal de comunicação com o público. Para isso, é necessário iniciar uma pesquisa de tudo o que está sendo dito e onde está esse conteúdo sobre você na Internet. Depois desse mapeamento, é possível começar um diálogo com as pessoas, e a partir dessa comunicação, criar o próprio canal. É impossível não errar fazendo isso, mas é preciso testar (e ouvir a resposta do público), mudar, testar novamente, até encontrar o melhor caminho.


Muitas empresas usam promoções e sorteios para atrair seguidores no Twitter. O que você acha disso?
É uma estratégia válida, mas apenas para um efeito numérico. Esses seguidores não estão comprometidos com a marca, estão apenas em busca do dinheiro, do prêmio. E se decidirem deixar as mídias sociais, essas pessoas não falarão mais de você. Uma marca sólida, com um produto diferenciado, com a Apple, por exemplo, não precisa dar presentes para ter seguidores.


Qual é o tipo de informação que as companhias devem oferecer nas redes sociais?
É preciso aprender. As mídias possuem ferramentas para saber sobre o que as pessoas se interessam. Por meio de retuites, e o que elas comentaram, dá pra saber sobre o que elas se interessam? Do que eu escrevo no Twitter, descobri que as pessoas se interessam e repassam aos outros informações sobre estatísticas do microblog. Então, passei a escrever mais sobre isso e a aprofundar coisas que eles destacaram dos posts no blog, por exemplo.
O principal é ter foco. Escrever sobre muitas coisas significa que você não é bom em nenhuma delas.


Já são conhecidos pelo mundo vários casos de profissionais que foram prejudicados por suas opiniões expressas nas redes sociais. Até que ponto uma empresa pode interferir no que o funcionário escreve?
Hoje já não existe mais a fronteira entre pessoal e profissional. Antigamente, você era uma pessoa de segunda a sexta-feira, no horário de trabalho, e o que você fazia nos finais de semana não interferia em sua vida profissional. É impossível pensar nessa distinção atualmente. Você é o que você escreve, e isso pode ter consequências sobre o seu trabalho. A Dell chegou a formar uma equipe para fornecer o treinamento para o uso correto das mídias sociais, mas percebeu que isso não dava certo. Era preciso treinar todos os funcionários para que eles usassem de forma adequada essa ferramenta.

FONTE: conexaozh

A Versão Brasileira do Twitcam.

A empresa brasileira 6PS, proprietária da Gigahost, lançou em versão Beta uma ferramenta social chamada Twitcast.me.

O projeto consiste em uma solução alternativa ao famoso Twitcam, tendo a vantagem de ser totalmente em português e com alguns recursos diferenciados. A ferramenta foi completamente desenvolvida no Brasil e possui integração com a API do Twitter.

O serviço é gratuito e permite que o usuário transmita sua webcam ao vivo para seus seguidores do Twitter e demais redes sociais, como Facebook, MySpace e Orkut. Basta acessar o site twitcast.me com as credenciais do Twitter e iniciar uma transmissão ao vivo. O usuário poderá copiar o código embed e incluí-los em Blogs e outras ferramentas externas. É possível criar transmissões sem a necessidade de enviar um post pelo Twitter, permitindo a realização de transmissões para um grupo específico.

Por que as empresas precisam estar nas redes sociais?



Um estudo realizado pela expoTV mostrou que 55% dos consumidores querem conversar com empresas e marcas. O estudo investigou como as marcas interagem com os consumidores. Os resultados foram impressionantes. Além de 55% que dizem querer manter uma interação permanente com as empresas, 89% dos entrevistados disseram que se sentiriam mais seguros com uma marca que oferece recursos de feedback.

Um estudo mais recente constatou que 85% das pessoas acham que as empresas devem ter uma presença ativa no universo da mídia social. O mais interessante é que os usuários realmente querem interação com essas empresas.

Experiência como consumidor

Embora válidos, esses são apenas 2 estudos com um monte de números e porcentagens que não tem tanto impacto na prática. As situações reais em mídias sociais vão além. Como cliente, tive grandes interações com empresas e marcas que procuram construir uma comunidade de suporte ao cliente, como dirigir perguntas pelo twitter, por exemplo.
O mais importante, é que através da satisfação que tive com essa empresa, me fez querer compartilhar a experiência positiva com outras pessoas que poderão se tornar futuros consumidores.
Isso não é um incidente isolado, empresas hoje estão usando as mídias sociais para ouvir, falar, dinamizar e construir um forte relacionamento com as pessoas. Isso acontece diariamente com empresas como a Dell, por exemplo.

Dica Final

Empresas não podem caminhar pela internet de modo introvertido e de “cabeça baixa”. Elas precisam procurar cada oportunidade de interação com seus clientes, especialmente nesse novo canal que chamamos de mídias sociais.

Google comemora o seu aniversário!

Agora, o seu aniversário não passa em branco nem na internet. Isso porque página de buscas do Google  mostra um doodle especial para o aniversariante do dia! Veja:
Google comemora o seu aniversário!
Um bolinho e um presente
Clicando sobre a imagem, você é levado até o seu perfil do Google Profiles e lá tem mais comemoração! Veja:
Google comemora o seu aniversário - meu perfil
Gostou? Quer ter seu aniversário comemorado pelo Google também?
Para isso, é preciso ter uma conta no Google Profiles e manter os dados como a sua data de aniversário preenchida (claro, né?!).
Lembrando que o doodle só aparece quando estiver logado com a conta de e-mail cadastrada no Google Profile. E para quem está lendo e se perguntar como eu fiquei sabendo disso, saiba que é isso mesmo. Hoje é meu aniversário!
Presentes?

Skype e MSN agora com Facebook integrado.

A nova versão do Skype, a versão 5.0, está disponível para download e funciona no sistema operacional Windows. A nova versão do Skype possui uma integração com o site Facebook. Esse novo sistema permite aos usuários do Skype visualizar as atualizações dos amigos na rede social através do Skype. Os usuários também podem comentar as mensagens dos amigos.

Agora os usuários do Skype podem contatar seus amigos do Facebook através de mensagens SMS ou chamadas de voz através do próprio Skype. Além disso, o novo sistema permite a chamada de vídeo em grupo, ou seja, permite conversa com vários contatos ao mesmo tempo. Segundo o site oficial do Skype, as chamadas de vídeo são responsáveis por aproximadamente 40% de todo o tempo gasto em chamadas entre usuários do Skype.

A empresa Microsoft lançou uma nova versão beta do Windows Live Messenger, que é seu sistema de mensagens instantâneas. O sistema também integra os amigos do Facebook com os contatos do Messenger. Agora os usuários do Facebook podem falar com os amigos mesmo que eles não tenham Messenger.

Foursquare: rede social?

Foursquare é uma rede social onde você fala onde está, visualiza onde outras pessoas estão e, principalmente, compartilha os lugares com seus amigos. O lugar ideal para usar o Foursquare é no seu celular. Há versões para iPhone, aparelhos com Android, do Google, e das marcas BlackBerry e Palm.
Como funciona o foursquare
No celular, o Foursquare usa tanto a rede 3G quanto o GPS (quando disponíveis) para localizar a posição exata do usuário e atualizar o sistema.

Foursquare Check-in
Para o usuário informar onde está localizado, o Foursquare tem um serviço chamado check-in, nome bem sugestivo e de fácil compreensão para quem já viajou pelo menos uma vez de avião.

Quando se está no celular, o aplicativo instalado usa o GPS para identificar o lugar e mostrar uma lista de estabelecimentos a sua volta. No acesso via web é possível localizar lugares e indicar ao site sem o auxílio do GPS.
Ao indicar o lugar onde você está, é possível informar a seus contatos no Foursquare e também no Twitter e Facebook.

Onde estão meus amigos?
Além de notificar seus amigos onde você está, o Foursquare permite que você visualize onde seus amigos estão. Essa é uma das propostas, fazer com que as pessoas se encontrarem mais facilmente ou pelo menos saibam onde seus amigos estão.
Imagine você caminhando num shopping e dar de cara com um amigo. Algumas vezes é possível encontrar mais de uma pessoa conhecida no local em que você está. Com as pessoas sinalizando onde estão, fica mais fácil encontrá-las, o Foursquare é ideal para marcar encontros em lugares com muito movimento e que você não conheça tão bem.

Mas só é possível informar onde estou?
Além de informar onde está, você pode fazer comentários sobre o lugar, transformando o Foursquare em um guia informal com a opinião de seus contatos sobre todo tipo de lugar, desde restaurantes a teatros, de praças a cafés, empresas e locais públicos. Enfim, qualquer lugar que a pessoa queira marcar.

Além dos comentários sobre o lugar onde você está, o aplicativo também mostra comentários sobre os estabelecimentos próximos, o que é muito útil para saber onde há uma boa pizzaria nas redondezas, claro que de acordo com a opinião das pessoas que lá estiveram.
Além disso você pode guardar as dicas mais interessantes em uma lista, assim você pode lembrar sempre que quiser dos lugares que passou perto e achou interessante.

O Foursquare tem um sistema de ranking entre seus usuários, cada lugar que o usuário faz “check-in” gera uma pontuação. O usuário que mais vezes esteve em um lugar se torna o “mayor”, ou em bom português: “prefeito”. Ser o prefeito permite que a pessoa edite detalhes do lugar dentro do site. Mas, é claro, se for superado por alguém, o prefeito perderá o cargo.

Quanto mais se usa o serviço, mais acumula pontos, e as ações geram troféus, o que torna o Foursquare uma espécie de jogo.
O “jogo” consiste em ganhar BADGES, ou seja, medalhas (não é uma tradução literal). Esses badges vem de acordo com algumas missões que o usuário tem que cumprir, como, por exemplo, visitar (realizar “check-in”) em 10 lugares diferentes, ou mesmo visitar 10 lugares marcados como pizzaria – você ganha uma medalha de “pizzaiolo”.
Uma característica dos badges é a correta identificação dos lugares através de tags – se você, por exemplo, for a uma pizzaria que não tem a tag “pizza”, o site não vai contabilizar como sendo uma visita à pizzaria, mas o lado bom é que estas tags são mantidas pelos usuários, ou seja, vendo que o estabelecimento não tem a tag correta, basta cadastrá-la.
Com o passar do tempo – e com o uso do serviço – o usuário acumula estas medalhas que, na prática, não tem uma grande utilidade, a não ser a disputa com outros usuários.

Foursquare, rede criada e mantida pelos usuários
O Foursquare é colaborativo. O site não vem com uma lista de lugares cadastrados, isso é feito pelos usuários que, ao pesquisar um local e identificando que ele não é cadastrado, podem realizar o cadastro. Os demais usuários que forem ao mesmo local passarão a enxergar o local criado, podendo realizar comentários.

Foursquare e as questões de segurança e privacidade
É notório que um serviço como este tem impacto em questões de privacidade e segurança, por isso damos algumas dicas:
Evite marcar sua casa no serviço, ainda mais descrevendo o local como casa ou qualquer outro termo em português ou inglês que identifique aquele local como sua residência. Fazer isso expõe sua morada a qualquer um na rede que, através de uma busca simples, pode determinar onde você mora. Essa informação nas mãos de criminosos pode ser um prato cheio;
Evite informar lugares onde você estará sozinho, lugares públicos são sempre mais seguros. Use e abuse das opções de privacidade do aplicativo, por onde você pode apenar marcar onde está de forma privada ou mesmo pública, mas sem avisar seus contatos;
Compartilhar lugares em redes como Twitter ou Facebook pode gerar um efeito bola de neve, pois a informação fica pública não só para seus contatos, mas como para qualquer internauta que acesse a rede ou mesmo leia um “retweet” de seu contato.

O uso do Foursquare no Brasil em números
Uso do Foursquare por cidades no Brasil
Uso do Foursquare por cidades no Brasil
Uso do Foursquare no Brasil por dias da semana
Uso do Foursquare por dias da semana

YouTube Social: vídeos assistidos em grupo.

YouTube Social: vídeos assistidos em grupo



YouTube faz lançamento do SocialVision. O objetivo é criar uma sala de vídeos compartilhados, onde todos que estiverem assistindo o vídeo ao mesmo tempo poderão interagir através de chat. Para compartilhar seu endereço de vídeos com amigos basta utilizar o endereço disponibilizado como “Party URL”.

Como os executivos estão usando as mídias sociais?

Segundo pesquisa divulgada no Social Media Today, podemos definir o público das redes sociais (nos EUA) da seguinte forma:

FACEBOOK
  • 57% das pessoas nos EUA e 35% da população mundial
  • A segmentação por idade revela que a faixa mais representativa é a de 25 a 34 anos representa 25% dos usuários da rede, seguida pelos pessoas entre 45 a 54 anos (24%).
  • Facebook por Idades
    Facebook por Idades
  • As mulheres são maioria, representando 57% dos usuários da rede.
TWITTER
  • Usuários concentrados na faixa de 25 a 34 anos (30%), seguidos pela faixa de 35 a 44 anos (27%).
  • Twitter por Idade
    Twitter por Idade
  • Crescimento expressivo entre adultos e diminuição do percentual de adolescentes.
MY SPACE
  • Gráfico mostra queda brusca de audiência em visitas diárias ao site.
  • My Space: Visualizações Diárias
    My Space: Visualizações Diárias
  • 64% dos usuários são mulheres.
  • Ganhou usuários no 3º trimestre: passou de 53 para 67 milhões de usuários.
  • 34% dos usuários são adolescentes e 63% tem entre 18 e 44 anos.
  • Segundo o autor, é possível que o MySpace tenha encontrado um nicho de rede social voltado às pessoas que buscam companhias e parceiros. É uma possibilidade, se considerarmos o aumento no número de usuários.
LINKEDIN
  • As faixas etárias mais representativas dentro do Linkedin são: de 35 a 44 anos (35%) e 45 a 54 anos (28%). O que seria de se esperar numa rede social voltada à profissionais do mercado de trabalho.
  • Linkedin: Faixa Etária
    Facebook: Faixa Etária
  • Os homens são maioria (57%).
Preste bastante atenção à estas informações, caso queria promover campanhas de links patrocinados ou outros tipos de ações em mídia digital que necessitem segmentação.
Assim que possível, postarei aqui os dados referentes ao Brasil, para facilitar a vida de nossos empreendedores e analistas de marketing digital.

Como os executivos estão usando as mídias sociais?

Para cada pessoa, existe uma mídia social que se encaixe com suas necessidades e personalidade. Afinal, mídias sociais são muito mais do que Orkut, Twitter e Facebook. Quando tratamos do perfil dos executivos, o LinkedIn é a mídia social favorita, sendo usada por 92% desse público – em seguida vem o Facebook com 51% e o Twitter, com 41%.
O infográfico desenhado pela Social Cast demonstra ainda que 50% do executivos usam entre 3 e 5 mídias sociais, dos quais 76% as visitam pelo menos uma vez por dia.

 

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Redes Sociais x Mídias Sociais


Desde que comecei a atuar com mídias sociais percebi que, em algumas ocasiões, é realmente difícil explicar o que faço e com o que trabalho. Se explico para pessoas com menos de 35 anos que sou Analista de Mídia Social, pelo menos metade solta uma frase do tipo: “Ah! Você fica no Orkut, no Twitter e no MSN o dia inteiro?! Vidão, hein!”. Já os que passaram dos 35, a maioria, incluindo minha avó e grande parte dos meus tios dizem: “Ah, trabalha com Internet, né?! Faz site?!”.

Às vezes, pra não render e não ter que ficar explicando demais acabo concordando. Neste último final de semana, tive que ouvir e explicar isso tantas vezes que resolvi usar meu post de hoje para tentar falar sobre a diferença entre Mídias Sociais x Redes Sociais e, quem sabe, tentar esclarecer o que faz um analista de mídia social, como eu.
As Redes Sociais, como define o Wikipédia são “estruturas sociais compostas por pessoas (ou organizações, territórios, etc.) – designadas como nós – que estão conectadas por um ou vários tipos de relações (de amizade, familiares, comerciais, sexuais, etc.), ou que partilham crenças, conhecimento ou prestígio.”
Há quem associe as redes sociais às ferramentas que promovem esta interação entre os usuários, como é o caso do Orkut, Facebook, LinkedIn, Twitter e de tantas outras que existem na web. Para entender melhor esta relação, sugiro que assistam ao vídeo publicado pelo Netweaver, Augusto de Franco, onde o profissional afirma que o que chamamos de rede são na verdade ferramentas que permitem aos usuários criar suas próprias redes sociais, ou seja, redes de relacionamentos que possibilitam a troca de informações e contatos sociais e profissionais.
No entanto, para integrarmos uma rede social não necessariamente precisamos de estar conectados a internet. Um grupo de estudo, uma roda de amigos e até mesmo uma turma de alunos de um mesmo curso fazem parte de uma rede social, a diferença neste caso é que os participantes estão offline.
Segundo o Wikipédia, o conceito de Mídias Sociais (Social Media) precede a internet e as ferramentas tecnológicas – ainda que o termo não fosse utilizado. Trata-se da produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos. Significa a produção de muitos para muitos. Ainda de acordo com a enciclopédia livre, as “ferramentas de mídias sociais” são sistemas online projetados para permitir a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos. Eles possibilitaram a publicação de conteúdos por qualquer pessoa, baixando a praticamente zero o custo de produção e distribuição ao longtail.
Há algum tempo li uma definição muito bacana que dizia: “Mídias Sociais são como a publicidade. Precisam de um anunciante, produto ou serviço, pago.” E, apesar de utilizarmos ferramentas (na maioria gratuitas) de redes sociais na internet, é justamente neste ponto que encontramos a diferença entre as redes e as mídias sociais. Mesmo tratando de ferramentas gratuitas, elas são utilizadas como mecanismos de veiculação de produtos, serviços e marcas. Ou seja, carecem de investimento em planejamento, profissionais qualificados e toda uma estrutura comunicacional a fim de lidar, atuar e monitorar o engajamento destas campanhas.
Isto é, ao contrário do que algumas pessoas ainda pensam, não adianta aumentar a mesada do filho para que ele faça um perfil no Orkut, no Twitter ou em qualquer outra ferramenta de rede social para garantir a presença online da empresa simplesmente por ele ser um usuário.
Eu, particularmente, acredito que campanhas de Mídias Sociais são campanhas de marketing online responsáveis por firmar a presença na web, disseminar conteúdo, escutar, interagir e atuar através das ferramentas de redes sociais, visando estreitar o relacionamento de uma empresa, produto ou serviço com seu público.
Sabemos que este é um assunto delicado e divergente. Existem muitas denifições e opiniões para os termos “redes sociais” e “mídias sociais”. No entanto, esta foi a melhor maneira que encontrei para evidenciar a diferença dos termos e apresentar o trabalho de um analista de mídia social.

Redes sociais aproximam empresas e clientes.

Que tal uma torta de frango que acabou de sair do forno? E um bolo de chocolate de sobremesa? Quer concorrer a uma caixa de brigadeiros? É só postar uma foto de criança lambuzada de doce. É assim, com sugestões para o cliente se deliciar e também por meio de promoções que a Brigadeiro Doceria & Café marca presença em redes sociais como Twitter e Facebook e, dessa maneira, consegue estabelecer um contato mais claro e próximo com o consumidor.

A estratégia adotada pela doceria, porém, ainda não é uma tendência entre as pequenas empresas. Pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostra que apenas 16% das micro e pequenas empresas da capital estão cadastradas em redes sociais.

Esse porcentual, no entanto, deve crescer nos próximos anos. Isso porque 40% das empresas, mesmo sem criar seu perfil na rede, monitoram as ferramentas de comunicação virtual para saber o que é comentado sobre elas. “Isso mostra uma preocupação e uma compreensão a respeito do funcionamento desse universo 2.0”, comenta a superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi. A web 2.0 é composta, por exemplo, pelo Facebook e Twitter e sua principal característica é a troca de informação e conteúdo colaborativo entre seus usuários.

Com cinco anos no mercado, a Brigadeiro Doceria resolveu aderir às novas ferramentas há seis meses. “Essa é a onda do momento”, destaca Bel Forte, uma das sócias do comércio. No Facebook, a empresa informa sobre suas novidades. Já no Twitter, são postadas seis mensagens por dia com promoções, sugestões para o almoço e para sobremesas.
Twitter da Brigadeiro: http://twitter.com/brigadeiro_cafe


Jornal da Tarde
12 de outubro de 2010
Gisele Tamamar

Pesquisa revela que 43% das notícias on-line são compartilhadas nas mídias sociais.


Um dado bastante interessante aos jornalistas de plantão é a pesquisa realizada pela CNN a respeito de como são compartilhadas as notícias on-line. O resultado, que a algum tempo atrás, apontava o e-mail como a maior forma de propagação de conteúdo na rede, deu lugar às mídias sociais, que hoje ocupa 43% do geral. Logo após as mídias sociais, destacamos o e-mail com 30%, seguido do SMS com 15% e as mensagens instantâneas com 12%.

Algumas curiosidades relevantes apontadas pela pesquisa:
- 65% do conteúdo compartilhado pode ser classificada como acontecimentos.
- 19% são notícias de última hora.
- 16% do conteúdo pode ser classificado como “esquisitos ou engraçados”.
Claro que é necessário ter um certi critério e conhecimento para se usufruir da melhor maneira de todo esse conteúdo.

Fonte: NumClique

Google afirma que decisão de processo de Xuxa Meneghel contra site de buscas é provisória.



Redação Portal IMPRENSA
Divulgação
Xuxa Meneghel
Em comunicado divulgado na última terça-feira (12), o Google afirmou que a ação judicial movida pela apresentadora Xuxa Meneghel contra seu site de buscas é provisória, e que não se pronunciará sobre o caso. Xuxa havia solicitado, judicialmente, a retirada de citações que relacionem seu nome ao termo "pedófilo".

Segundo o portal IDG Now!, o processo ainda pedia a retirada de páginas que mostrassem imagens de Xuxa nua ou em cenas de sexo. O Google explicou que seus mecanismos de buscas "são um reflexo do conteúdo e das informações que estão disponíveis na Internet", e que apenas facilitam a pesquisa do usuário. "Ou seja, o Google não produz, altera, edita, monitora ou interfere nas informações indexadas pelo buscador", ressaltou a companhia.

A empresa afirmou, ainda, que caso algum internauta queira alterar alguma informação ou removê-la da web pode entrar em contato com o webmaster da página em questão "para saber mais sobre sua política de retirada de conteúdo".

Para o Google, pelo fato de a decisão ter sido aprovada em primeira instância e ter caráter "preliminar e provisório", a empresa pode entrar com recurso contra a medida judicial.
Na última semana, a Justiça do Rio de Janeiro havia ordenado a companhia para retirar todas as referências ao nome de Xuxa e a palavra pedófilo. Caso o Google não cumprisse a determinação, teria que pagar multa no valor de R$ 20 mil para cada busca com resultado positivo. De acordo com o IDG Now!, quem digitasse os dois termos juntos, encontraria mais de 50 mil textos e vídeos e cerca de 21,4 mil imagens da apresentadora.

Tomara que eu não seja processado por estar reproduzindo isto. FALA SÉRIO!

Marketing Digital | Como a cor que você escolhe para o seu site pode fazer diferença.


Na guerra dos refrigerantes mais populares do mundo, as sutilezas no sabor de cada fórmula definem se alguém vai gostar de Coca-Cola ou Pepsi. Essa era a percepção geral até a neurociência — ramo de pesquisa que usa aparelhos para mapear o cérebro e identificar as áreas de comportamento — demonstrar o contrário. Na verdade, o gosto muda de acordo com as ideias e lembranças relacionadas pelo consumidor à marca.

A conclusão faz parte de um estudo realizado por uma equipe de pesquisadores do Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos. Os cientistas queriam entender como o cérebro dos consumidores decide a preferência por uma ou outra bebida. Em 2004, 67 voluntários participaram da experiência que se tornou um marco para a disseminação do conceito de neuromarketing. Metade dos entrevistados preferiu Pepsi, quando provou as amostras sem saber a marca. A área ativada, mostrada pela ressonância magnética, foi a da recompensa, o que significaria um sabor supostamente melhor desse refrigerante para essa parcela do grupo. Após a identificação, no entanto, a estrutura ligada ao poder cognitivo e à memória se mostrou mais acesa. E o número dos que preferiam Pepsi caiu para 25%.

Apesar de incipiente, especialistas acreditam no potencial do neuromarketing para revolucionar a maneira como as marcas, produtos e serviços se relacionam com seu público. O tema já ganhou adeptos de peso, como PepsiCo, Yahoo e Campbell Soup (veja o quadro ao lado). “O uso das pesquisas de mapeamento do cérebro pode elevar o sucesso de uma campanha ao patamar dos 80%”, afirma Alex Born, consultor e autor do livro Neuromarketing — O Genoma da Venda. Por enquanto, essas ferramentas vêm sendo mais manejadas por grandes corporações por conta dos valores envolvidos nos estudos. Uma ressonância magnética, por exemplo, custa entre R$ 1.500 e R$ 2 mil por pessoa.

CORAÇÕES E MENTES EM MOVIMENTO SENTIMENTOS >>> como segurança ou credibilidade podem ser evocados com os estímulos certos. Muitos estudos têm comprovado essa tese

UMA DESCOBERTA >>> recente mostra que, se o cliente recebe, por exemplo, uma ligação no dia do seu aniversário ou então algum desconto especial nessa data, sua fidelização aumenta


Pequenas e médias empresas, no entanto, podem se beneficiar dessas iniciativas. “Em vez de pagar exames para descobrir como o seu produto é recebido, o empresário pode usar as conclusões de outros estudos e fazer mudanças para atingir seu público”, afirma Born. Essa foi a maneira como a brasileira MCA Eventos repaginou tanto as peças de divulgação quanto a ambientação de seus treinamentos corporativos. Para a reformulação, ela se baseou na compilação feita pelo especialista Alex Born com resultados de vários experimentos, que mapearam como o cérebro reage a cada cor. De acordo com o estudo, o uso exclusivo do vermelho, solução adotada pela promotora nos antigos folders, remete aos extremos, podendo estimular ou rejeitar o consumo. Com a consultoria de Born, a agência redefiniu os folhetos e incorporou uma mescla de preto, verde e azul, para estimular a curiosidade.


Em eventos de liderança, a MCA usava na decoração apenas cores básicas. A consultoria em neuromarketing sugeriu uma nova mistura: verde com dourado, combinação que atinge uma área do cérebro relacionada à sensação de sucesso. “Acredito que os resultados da utilização dessas cores foram responsáveis por 50% do crescimento que tivemos nestes últimos dois anos”, afirma Carlos Pena, gerente comercial da MCA. A Digitopia, empresa de marketing digital, utiliza a base coletada por Born sobre o uso das cores em seus próprios trabalhos. “Na elaboração do site de uma cliente, a One2One, representante da Nextel, usamos vermelho e laranja para passar a ideia de credibilidade. Sabíamos que cores vibrantes e quentes são mais excitantes. Mas a neurociência ampliou a maneira como podemos aplicar essas qualidades e potencializar o trabalho”, afirma Tercio Strutzel, diretor de planejamento.

YAHOO Recorreu ao eletroencefalograma para verificar a reação de pessoas a um vídeo. Só depois de confirmar a ativação da memória e das emoções, o comercial de pessoas dançando pelo mundo foi veiculado.
Mas existem vários estudiosos que ainda estão bastante céticos com a propalada eficácia do neuromarketing. “Descobrir quais partes do cérebro são acionadas antes de a pessoa decidir, e usar isso em prol do marketing ainda é impossível”, afirma Mário René Schweriner, professor responsável pelo Núcleo de Ciências do Consumo da ESPM. Para Marcos Campomar, coordenador do curso de Marketing da FEA/USP, há uma distância entre os resultados colhidos no laboratório e a prática. “Não adianta dizer que o comportamento de uma pessoa numa câmara de ressonância magnética será o mesmo daquela no supermercado. A cultura local também influencia as decisões. As pesquisas usadas aqui foram feitas em outros países, que não necessariamente têm os mesmos traços que o nosso”, adverte ele. O debate entre estudiosos está ficando cada vez mais quente, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

Por enquanto, o único consenso é o de que as tradicionais pesquisas de opinião conseguem extrair parcialmente a verdade sobre processos de escolha. Isso porque, acreditam os estudiosos, as pessoas sempre estão mais propensas a responder segundo o que é mais aceito socialmente, mesmo sem ter consciência disso. Enxergar com clareza que áreas do cérebro são ativadas quando expostas a determinados estímulos pode ajudar a identificar os pensamentos reais a respeito de uma determinada marca: “Produtos e serviços são passíveis de cópia. O mais importante, em qualquer caso, é descobrir qual tipo de interação é necessário estabelecer com o cliente. E isso vai do sorriso do vendedor até a embalagem e o aroma da loja.

É essencial conhecer modelos de pesquisa de ponta para desvendar esse tipo de relação”, afirma Giancarlo Greco, professor de Marketing do Insper. Nessa busca, o neuromarketing pode representar a chance mais promissora que as empresas têm para entender a face emocional dos seres humanos.
Revista PEGN
Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Identidade digital: como nos reinventamos nas mídias sociais.

Ponto do Marketing Por Camila Carrano
 
Uma das características principais do mundo online é o fato podermos nos reinventar. Sempre tentamos mostrar o melhor de nós, ou o que desejamos que os outros “enxerguem” sobre nossa própria imagem. Nossos perfis nas mídias sociais são utilizados muitas vezes então para recriar nossas realidades. Criamos ou fortalecemos a nossa identidade por meio das novas tecnologias.
As possibilidades de conexão, partilha e criação que utilizamos na comunicação digital nos abre portas para expormos as informações que achamos relevantes para nosso público (seguidores, amigos, etc), até a forma como assinamos digitalmente, quando podemos recriar nossos nomes. Eu, por exemplo, geralmente assino meus trabalhos como Camila Carrano, porém meu perfil no Twitter é @camilajoaquina. Isso sempre me leva a ter que dar explicações a respeito da escolha do nome. Assim, minha identidade digital pode ser considerada a tal Camila Joaquina, apesar de não utilizar para nada além do meu twitter.
A forma que utilizamos as redes sociais também se altera. Muitas vezes temos posturas diferentes nas diversas plataformas. Voltando ao meu exemplo, meu twitter é primeiramente profissional onde disponibilizo links sobre comunicação social e cultura, e às vezes alguma opinião sobre algo que me estressa, diferente do meu Orkut, onde apenas mantenho para alguns amigos terem contato comigo, e o Tumblr que é totalmente pessoal com os meus principais hobbys.
As diversas posturas e escolhas de posicionamento que utilizamos no mundo digital se tornam um espaço para criatividade de cada um, sendo um diferencial entre os diversos perfis. É uma forma de autoconhecimento e persistência do que antes chamávamos de sonhos, e hoje podemos incluí-los dentro de possibilidades. Com moderação e noção, a imagem que criamos de nós mesmos dentro da internet possibilita acesso não apenas ao que somos, mas  também o que queremos chegar a ser.
Ter uma identidade digital transparente, real e sincera permite ter contato com pessoas que compartilham das mesmas ideias e pensamentos. Por que então perder essa grande oportunidade de conhecer e dividir experiências com pessoas que realmente irão se importar?

SEO: estratégia para “mídia espontânea” na Internet.

Por Leonardo das Neves
 
Há algum tempo, ouço (e vejo) inúmeros assuntos envolvendo a prática denominada SEO (Search Engine Optimization) ou Marketing de Busca. Resolvi buscar maiores informações sobre essa estratégia e gostei muito do que encontrei.

Na verdade, pra quem não sabe, SEO é, basicamente, estruturar (ou reestruturar) um site de forma que os sites de busca o encontrem facilmente, de acordo com a solicitação do usuário e o grau de importância com relação ao assunto. Essa estratégia ajuda a empresa a alavancar suas vendas, aumenta o número de acessos ao seu site, e, consequentemente, eleva seu lucro de forma considerável.
Com tanto benefício assim, cabe a empresa que adota essa estratégia controlar não só os lucros e o nível de procura de seu produto/serviço, mas também avaliar como está a aceitação do mesmo no mercado. Não adianta nada se uma empresa estrutura seu site, faz um projeto de posicionamento de marca (que, inevitavelmente, acontece nessa estratégia) e, quando o produto é comercializado e chega à mão do consumidor final, não é de qualidade, não era como o cliente solicitou.
Isso envolve também a imagem da organização. Por isso, essa estratégia é tão delicada e deve ser executada com bastante minúcia, pois a empresa que a adota torna-se vulnerável à criticas e avaliações no próprio mundo virtual, no qual sabemos que é cruel àqueles que não se importam com a excelência do serviço ou produto.

Por isso acredito que, antes de tomar qualquer decisão com relação ao posicionamento (ou reposicionamento) de marca, afim de ampliar seus steakholders, deve ser feito um planejamento de comunicação, juntamente com o setor comercial da organização, para que qualquer transtorno possa ser evitado, ou até mesmo manchar a imagem da organização perante o público internauta.
É importante salientar que o SEO é uma estratégia que ela, apenas, não tem custos, diferente dos links patrocinados, onde o contratante paga um determinado valor para ter um melhor posicionamento. O SEO exige um maior conhecimento do negócio da empresa, o que, quase que inevitavelmente, segmenta-a ao máximo. E isso, se bem feito, é um ótimo negócio (ou consequência).
E, se você é do campo da comunicação, não pense que isso não o afeta. Como nessa estratégia o que “manda” é o posicionamento da marca, cabe ao profissional de comunicação explorar o segmento na qual a empresa está inserida. Como fazer isso? Pesquisa, muita pesquisa, além do contato direto e ininterrupto com o público.
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